Na Antiguidade, a tecnologia chinesa já era suficientemente avançada, e eles usavam dois processos para obter um ímã. Um era bem simples e ainda hoje é comum: basta esfregar uma imã — na época a magnetita — numa agulha de ferro ou aço que ela se torna, também, um ímã.
O outro processo era bem mais sofisticado e não se usa mais hoje em dia: as agulhas ou pedaços de ferro eram aquecidos até se tornarem incandescentes. Depois eram colocados na direção norte-sul até esfriar, tornando-se ímãs.
