Imãs cerâmicos

Os ímãs cerâmicos ou ímãs de cerâmica de de ferrite, são tipo de imã mais comum utilizado em aplicações industriais. Como ímãs permanentes, esses modelos de imãs de cerâmica têm uma força magnética muito mais forte do que a maioria dos outros ímãs convencionais, e sua composição não-metálica o torna de mais baixo custo, sendo capaz de ter maior força magnética. Como seu nome sugere, os ímãs de cerâmica são um compósito sinterizado de óxido de ferro em pó, estrôncio (ou bário) e pó cerâmico; o produto acabado é frágil e poroso, como o carvão vegetal de cerâmica cinza. Como resultado de sua composição frágil e porosa, os tipos de ímãs cerâmicos são geralmente revestidos de níquel para evitar lascamento, fissuras e quebras. Tal como acontece com peças de metal em pó, os ímãs de cerâmica podem ser compactados em blocos, discos e arcos, enquanto ainda estão em forma de pó. Uma vez que o ímã é sinterizado, no entanto, os processo de usinagem e de formação tornam-se mais difíceis e dispendiosos, devido a sua fragilidade e dureza.

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Fitas magnéticas

As fitas magnéticas são finas tiras de material de borracha flexível magnéticos que geralmente possuem um adesivo de um lado e podem conformar-se às superfícies irregulares ou desiguais que são magneticamente receptivas. A capacidade de estar em conformidade com superfícies irregulares é vantajosa para muitas indústrias e aplicações em que o trabalho pesado e os ambientes corrosivos causam a deterioração dos elementos de superfície e a perda de sua perfeição inicial, mesmo ao longo do tempo. As fitas magnéticas são o tipo mais barato de produto magnético e normalmente são fabricadas a partir de uma mistura de pó de imã de ferrite e material de borracha, e são submetidas ao processo de extrusão. Essas tiras flexíveis vêm em grandes rolos e são utilizadas para uma vasta gama de aplicações, principalmente residenciais e aplicações comerciais tais como sinalizadores, imãs de geladeira, displays, material de artesanato, materiais de exposições comerciais, peças que contêm marcas e placas de publicidade.

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Conjuntos magnéticos

 

Os conjuntos magnéticos são conjuntos de ferramentas e sistemas que utilizam grandes quantidades de ímãs, a fim de elevar, segurar e separar os materiais metálicos. Vários tipos de ímãs incluindo eletroímãs, alnico, cerâmica e ímãs de terras raras são utilizados como componentes magnéticos nesses sistemas. Estes conjuntos magnéticos, ou grupos de ímas de todos os tipos, são utilizados principalmente nas indústrias de produção industrial e no setor de metalmecânica, sendo empregados especialmente para mover objetos de metal pesados.

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Magnetismo e saúde

Foi o cientista Albert Gauss que, no século XIX criou a tabela que relaciona a quantidade de magnetismo com a saúde. Todos nós deveríamos ter pelo menos 700 a 750 Gauss para que se esteja realmente bem de saúde. No entanto, com a diminuição do campo magnético terrestre, verifica-se que em média, o ser humano possui um défice de pelo menos 200 Gauss. Quando o magnestismo na pessoa se encontra abaixo de 300 Gauss o risco de doença é bastante elevado.

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Importância do magnetismo

 

Por que o magnetismo é importante?

O Mundo moderno, segundo estudos japoneses “sofre da síndrome da falta de magnetismo”. Sendo base da energia vital do ser, sua falta tem gerado doenças modernas físicas e energéticas como “stress”. A solução, estudada encontrada e aprovada pela ciência e medicina é a terapia magnética, produzida por ímãs medicinais. Utilizada pela medicina da antiga Índia (ayrveda), Egito, Grécia, Rússia, China (acupuntura) e Japão, atualmente reconhecida e recomendada pela OMS – (Organização Mundial da Saúde) e pela FDA – (órgão que controla medicamentos e alimentos dos EUA), sendo aceita como tratamento médico em mais de 50 países do mundo. Estando presente no Brasil há 20 anos.

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O magnetismo ao nosso redor – Parte II

Antes de entrar nesse tema específico, é preciso introduzir alguns conceitos em magnetismo. Cada átomo na natureza pode ser imaginado como um minúsculo ímã, que a física denomina de momento magnético (m). Alguns elementos têm momentos mais fortes ou mais fracos, de acordo com sua configuração de elétrons. Para simplificar, vamos tomar como exemplo elementos particulares como ferro, níquel e cobalto. Nesses metais, mesmo à temperatura ambiente, os momentos magnéticos de cada átomo tendem a se alinhar (apontando na mesma direção e sentido) graças a uma poderosa força de origem quântica (a .força de troca.). Esse forte alinhamento dá a tais materiais, conhecidos como ferro magnéticos, um .momento magnético efetivo . . a soma dos momentos magnéticos de todos os átomos. Diz-se, nesse caso, que o material está magnetizado. (é o que acontece nos ímãs que conhecemos).

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O magnetismo ao nosso redor – Parte I

Quando se ouve a palavra ‘magnetismo’ é comum pensar nos pequenos ímãs grudados na porta das geladeiras ou mesmo nas questionáveis terapias magnéticas. Podemos lembrar ainda do magnetismo da Terra e da importância da bússola na história das navegações. Mas é só para isso que os ímãs servem? Claro que não.

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O imã desentope artérias e muito mais

O ímã desentope artérias. E muito mais…
Pesquisadores brasileiros descobrem surpreendentes efeitos do magnetismo

Parece bruxaria. Mas descobriu-se que os ímãs atuam sobre substâncias que, aparentemente, nada possuem de magnéticas. O fenômeno ainda não tem explicação e desafia a visão convencional da ciência, recolocando em debate o próprio conceito de magnetismo. Por outro lado, as perspectivas de aplicação tecnológica são simplesmente espetaculares. Com o emprego de ímãs seria possível impedir, por exemplo, a formação de incrustações de carbonato de cálcio em tubulações de água, evitar o entupimento de canos de extração de petróleo causado por parafinas e, até mesmo, prevenir doenças como a arteriosclerose, provocada pela deposição de colesterol nas artérias. Pode-se acelerar também o processo de fermentação alcoólica, protagonizado por certas bactérias. É que tanto o carbonato de cálcio quanto as parafinas, o colesterol e as colônias de bactérias são misteriosamente afetados pela ação do campo magnético.

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Terapia em câmara eletromagnética

Conclusões Científicas sobre o Magnetismo 

                           
Distúrbios da chamada Síndrome de Carência Magnética:
Podemos encontrar referências escritas nas culturas Egípcias, Chinesa, Hindu de mais de 5.000 anos. A cultura Grega, desde Homero até Aristóteles e
, sobretudo Hipócrates, falava dos fins terapêuticos do íman, tal como os Romanos, desde o tratado “De Reum Nature” de Lucrécio no ano de 50 d.C até Plínio. Posteriormente, Galeno (séc. II d.C), Marcelo (séc. IV d.C), Alexandre de Tralos (séc.VI d.C), Avicena (séc. XI d.C) desenvolveram estudos empíricos filosóficos sobre o poder do IMAN.

Terra: Um Gigantesco Imã

Para entender que a Terra é um gigantesco IMÃ, basta imaginar que exista um bastão de Imã no centro do planeta. Esse imã emite o geomagnetismo que faz existir campos magnéticos tanto no interior, como em toda a superfície, por onde são distribuídas linhas magnéticas de forças capazes de orientar a direção das bússolas e promover uma série de reações em entidades biológicas.
A influência solar e lunar produz alterações diárias no geomagnetismo, que chegam a provocar alterações nas comunicações e nos seres viventes sobre o planeta.

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Magnéticos úteis na área da medicina

A palmilha magnética massageia suavemente a região dos pés estimulando a circulação; As palmilhas magnéticas também ajudam a combater os problemas de varizes, dores nas pernas, cãibras e fadiga, relaxa os músculos e descontraí os nervos. A palmilha magnética de tecnologia japonesa é um produto desenvolvido especialmente no combate a dor.     

O magnetismo existente na palmilha, juntamente com a massagem “Do-in” que proporciona através dos pontos das terminações nervosas que estão localizadas na planta do pé é eficaz para os seguintes sintomas: dores nas pernas e pés, pés inchados e frios, formação de varizes, frieiras, odores da transpiração As perfurações escoam a umidade dos pés, o que por sua vez higieniza-os.

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