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		<title>Nanomagnetismo</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 10:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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<p>A palavra magnetismo está associada ao fenômeno pelo qual um ente tem o poder de atrair e influenciar outro ente. Sua origem está ligada ao nome de uma cidade da região da Turquia antiga que era rica em minério de ferro, a Magnésia. A palavra surgiu na Antiguidade, associada à propriedade que fragmentos de ferro têm de serem atraídos pela magnetita, um mineral encontrado na natureza, de composição química Fe3O4. Os fenômenos magnéticos foram os primeiros a despertar a curiosidade do homem sobre o interior da matéria. Os primeiros relatos de experiências com a &#8220;força misteriosa&#8221; da magnetita, o ímã natural, são atribuídos aos gregos e datam de 800 a.C. A primeira utilização prática do magnetismo foi a bússola, inventada pelos chineses na Antiguidade. Baseada na propriedade de uma agulha magnetizada em se orientar na direção do campo magnético terrestre, a bússola foi importante instrumento para a navegação no início da era moderna.</p>
<p><span id="more-211"></span><br />
Os fenômenos magnéticos ganharam uma dimensão muito maior a partir do século XIX, com a descoberta de sua correlação com a eletricidade. Em 1820, o físico e químico Hans Crhistian Oersted descobriu que uma corrente elétrica passando por um fio também produzia efeito magnético, mudando a orientação da agulha de uma bússola nas proximidades. Mais tarde, o físico e matemático francês Andre Ampère formulou a lei que relaciona o campo magnético com a intensidade da corrente do fio. O efeito recíproco, pelo qual um fio próximo de um ímã sofre a ação de uma força quando atravessado por uma corrente, foi descoberto logo em seguida. Pouco depois, em 1831, Michel Faraday na Inglaterra e Joseph Henry nos Estados Unidos, descobriram que um campo variável podia induzir uma corrente elétrica num circuito. No final do século XIX estes três fenômenos eram perfeitamente compreendidos e já tinham inúmeras aplicações tecnológicas, das quais o motor e o gerador elétrico eram as mais importantes.<br />
Atualmente, os materiais magnéticos desempenham papel muito importante nas aplicações tecnológicas do magnetismo. Nas aplicações tradicionais, como em motores, geradores, transformadores, etc, eles são utilizados em duas categorias: os ímãs permanentes são aqueles que têm a propriedade de criar um campo magnético constante; os materiais doces, ou permeáveis, são aqueles que produzem um campo proporcional à corrente num fio nele enrolado, muito maior ao que seria criado apenas pela corrente. A terceira aplicação tradicional dos materiais magnéticos, que adquiriu grande importância nas últimas décadas, é a gravação magnética. Esta aplicação é baseada na propriedade que tem a corrente numa bobina, na cabeça de gravação, em alterar o estado de magnetização de um meio magnético próximo. Isto possibilita armazenar no meio a informação contida num sinal elétrico. A recuperação, ou a leitura, da informação gravada, é feita, tradicionalmente, através da indução de uma corrente elétrica pelo meio magnético em movimento na bobina da cabeça de leitura. A gravação magnética é a melhor tecnologia da eletrônica para armazenamento não-volátil de informação que permite re-gravação. Ela é essencial para o funcionamento dos gravadores de som e de vídeo, de inúmeros equipamentos acionados por cartões magnéticos, e tornou-se muito importante nos computadores.<br />
As propriedades magnéticas das substâncias se devem a uma propriedade intrínseca dos elétrons, seu spin (palavra em inglês que significa girar em torno de si mesmo). O spin é uma propriedade quântica do elétron, mas pode ser interpretado, classicamente, como se o elétron estivesse em permanente rotação em torno de um eixo, como o planeta Terra faz numa escala muita maior. Como o elétron tem carga, ao spin está associado um momento magnético, o qual se comporta como uma minúscula agulha magnética, tendendo a se alinhar na direção do campo magnético a que está submetido. Nos átomos mais comuns o spin total é nulo, pois os elétrons ocupam os orbitais satisfazendo o princípio de Linus Pauling, ora com o spin num sentido, ora no outro. Entretanto, para certos elementos da tabela periódica, o spin total é diferente de zero, fazendo com que o átomo tenha um momento magnético permanente. Este é o caso dos elementos do grupo de transição do ferro, como níquel, manganês, ferro e cobalto, e vários elementos de terras raras, como európio, gadolínio, etc. Os materiais formados por esses elementos ou suas ligas têm propriedades que possibilitam suas aplicações tecnológicas. O mercado mundial de materiais magnéticos e seus dispositivos compreende, atualmente, cerca de 150 bilhões de dólares por ano. Por essa razão, a pesquisa para seu aperfeiçoamento é muito intensa em todo o mundo. Mas não é apenas por sua importância tecnológica e econômica que os materiais magnéticos concentram hoje intensa atividade de pesquisa no mundo inteiro. O magnetismo dos materiais constitui um dos campos de pesquisa básica mais férteis e ativos da física, dada à imensa diversidade das suas propriedades e dos fenômenos que neles são observados.<br />
As aplicações mencionadas são baseadas em propriedades e fenômenos clássicos, todos conhecidos e compreendidos desde o início do século XX. A evolução tecnológica dessas aplicações ocorreu por causa da descoberta de novos materiais, aperfeiçoamento das técnicas de preparação, etc. Porém, nos últimos 15 anos, a pesquisa em materiais magnéticos ganhou um grande impulso por conta de descobertas feitas com estruturas artificiais de filmes muito finos. Os filmes finos podem ser preparados por vários métodos diferentes, dependendo da composição, espessura e aplicação. Todos eles se baseiam na deposição gradual de átomos ou moléculas do material desejado sobre a superfície de outro material que serve de apoio, chamado substrato. A fabricação de filmes ultra-finos, com espessuras da ordem ou fração de 1 nanômetro ( 1 nm = 10-9 m), tornou-se possível graças à evolução das técnicas de alto vácuo. Hoje é possível fabricar estruturas artificiais controlando a deposição de camadas no nível atômico, com alto grau de perfeição e pureza. É também possível depositar sobre um filme com certa composição química, outro filme de composição diferente. Isto possibilita a fabricação de estruturas com propriedades magnéticas muito diferentes das tradicionais, cuja compreensão microscópica exige o conhecimento detalhado dos filmes, das interfaces e das interações entre os átomos. Estas estruturas compreendem filmes simples de uma única camada magnética sobre um substrato, ou filmes magnéticos e não-magnéticos intercalados, e também estruturas com mais de uma dimensão na escala nanométrica, chamadas nano-estruturas magnéticas de maiores dimensões.<br />
A possibilidade de se fabricar estruturas magnéticas artificiais na escala nanométrica, tem levado ao surgimento de novas áreas de pesquisa básica em magnetismo, estimuladas pela descoberta de novos fenômenos. No movimento de um elétron atravessando um filme grosso (com espessuras de 1 micrômetro ou mais), ele sofre inúmeras colisões no trajeto, perdendo a memória de seu spin. No entanto, ao atravessar um filme de espessura nanométrica, ele preserva a orientação original do spin. Isto dá origem a propriedades de nano-estruturas magnéticas que não eram conhecidas nos materiais. Um dos novos fenômenos mais importantes é a magnetoresistência gigante, observada em multicamadas de certos filmes magnéticos (como Fe, Co, Ni e suas ligas) intercalados com filmes metálicos não magnéticos (como Cr, Cu, Ru). Para certas espessuras dos filmes não-magnéticos, da ordem de 1 nm, a resistência do sistema varia muito com o campo magnético nele aplicado. Este fenômeno foi descoberto em 1989, tendo como autor principal do trabalho original o gaúcho Mario Baibich, professor da UFRGS (M.N. Baibich et al., Phys. Rev. Lett. 61, 2472 (1988)). Este efeito permite fabricar um sensor magnético de dimensões físicas muito reduzidas, que ao ser atravessado por uma corrente elétrica, desenvolve uma tensão elétrica que depende do campo magnético. Além deste, vários outros fenômenos foram descobertos nos últimos anos, tais como acoplamento entre camadas vizinhas, transporte dependente de spin, efeito túnel magnético, entre outros. Estes fenômenos têm provocado o surgimento de um grande número de trabalhos científicos que procuram caracterizar as propriedades dos materiais, descobrir novos sistemas e fenômenos e entender microscopicamente suas origens. Por outro lado, as diversas aplicações desses fenômenos na eletrônica está dando origem a um novo ramo da tecnologia, chamado spintrônica, no qual as funções dos dispositivos são baseadas no controle do movimento dos elétrons através do campo magnético que atua sobre o spin.<br />
Recentemente, a tecnologia de leitura magnética foi revolucionada com a introdução de cabeças magneto-resistivas, baseadas no efeito de magneto-resistência gigante. Os avanços tecnológicos nesta área são impressionantes. Para exemplificar, a capacidade de gravação magnética nos discos dos computadores que, em 1995 era de 1 Gigabits/polegada2, com a introdução das cabeças de leitura de magneto-resistência gigante, passou para 20 Gigabits/polegada2 em 2002, possibilitando fabricar disk-drives com capacidades superiores a 100 Gigabits. Nos últimos dois anos ganhou força a idéia de que será possível fabricar uma memória RAM de efeito túnel magnético que venha substituir as memórias de semicondutores atualmente utilizadas, com a grande vantagem de ser não-volátil. Além dessas aplicações, muitas outras estão sendo pesquisadas com base em diversos dispositivos já produzidos em forma de protótipos, como válvulas de spin, transistor de spin etc. O Brasil participa deste esforço com um contingente maior que 100 pesquisadores de todo o país, que integram uma rede nacional de nano-magnetismo, apoiada pelo CNPq, coordenada pelo Professor Marcelo Knobel, da Unicamp (veja artigo). As atividades estão concentradas em pesquisa básica, pois não há indústrias nessa área no país. Em recente reunião realizada no CBPF no Rio, os integrantes da rede discutiram com colegas do exterior muitas possibilidades tecnológicas e esperam que o Governo Lula implemente uma política industrial que estimule a pesquisa tecnológica na indústria.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.comciencia.br/reportagens/nanotecnologia/nano14.htm">http://www.comciencia.br/reportagens/nanotecnologia/nano14.htm</a></p>
<p>Adilson Silva<br />
Técnico de Mecânica de Precisão</p>
<p>Eletroimãs – Ital Produtos Indústriais – <a href="http://www.italpro.com.br/">www.italpro.com.br</a></p>
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		<title>Breve histórico sobre Magnetismo &#8211; Parte III</title>
		<link>http://italpro.com.br/eletroimas-blog/breve-historico-sobre-magnetismo-parte-iii/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 18:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/7bb7ab8856ae12d0ba3fbb1e18a58c2c1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-209" title="7bb7ab8856ae12d0ba3fbb1e18a58c2c" src="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/7bb7ab8856ae12d0ba3fbb1e18a58c2c1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Em 1875, Charles Richet, então ainda estudante, busca provar a autenticidade científica do estado hipnótico, que segundo ele, mais não era que um estado fisiológico normal, no qual a inteligência se encontrava, apenas, exaltada.<br />
Antes, porém, em Paris, o Magnetismo também atrairá a atenção do pedagogo, homem de ciências, Professor Hippolyte Léon Denizard Rivail. Consoante o Prof. Canuto Abreu, em sua célebre obra O Livro dos Espíritos e sua Tradição Histórica e Lendária, Rivail integrava o grupo de pesquisadores formado pelo Barão Du Potet (1796-1881), adepto de Mesmer, editor do Journal du Magnétisme e dirigente da Sociedade Mesmeriana. À página 139 dessa elucidativa obra, depreende-se que o Prof. Rivail freqüentava, até 1850, sessões sonambúlicas, onde buscava solução para os casos de enfermidades a ele confiados, embora se considerasse modesto magnetizador.</p>
<p><span id="more-204"></span><br />
Os vínculos, do futuro Codificador da Doutrina Espírita, com o Magnetismo, ficam evidenciados nas suas anotações intimas, constantes de Obras Póstumas, relatando a sua iniciação no Espiritismo, quando em 1854 interessa-se pelas informações que lhe são transmitidas pelo magnetizador Fortier, sobre as mesas girantes, que lhe diz: &#8220;parece que já não são somente as pessoas que se podem magnetizar&#8221;&#8230;, sentindo-se à vontade nesse diálogo com o então pedagogista Rivail. São dois magnetizadores, ou passistas, que se encontram e abordam questões do seu íntimo e imediato interesse.<br />
Mais tarde, ao escrever a edição de março de 1858 da Revista Espírita, quase um ano após o lançamento de O Livro dos Espíritos em 18.04.1857, Kardec destacaria: &#8221; O Magnetismo preparou o caminho do Espiritismo(&#8230;). Dos fenômenos magnéticos, do sonambulismo e do êxtase às manifestações espíritas(&#8230;) sua conexão é tal que, por assim dizer, é impossível falar de um sem falar de outro&#8221;. E conclui, no seu artigo: &#8220;Devíamos aos nossos leitores esta profissão de fé, que terminamos com uma justa homenagem aos homens de convicção que, enfrentando o ridículo, o sarcasmo e os dissabores, dedicaram-se corajosamente à defesa de uma causa tão humanitária<br />
É o depoimento inconteste do valor e da profunda importância da terapia através dos passes, e, mais tarde, em 1868, ao escrever a quinta e última obra da Codificação, A Gênese, abordaria ele a &#8220;momentosa questão das curas através da ação fluídica&#8221;, destacando que todas as curas desse gênero são variedades do Magnetismo, diferindo apenas pela potência e rapidez da ação. O princípio é sempre o mesmo: é o fluido que desempenha o papel de agente terapêutico, e o efeito está subordinado à sua qualidade e circunstâncias especiais.<br />
Os passes têm percorrido um longo caminho desde as origens da humanidade, como prática terapêutica eficiente, e, modernamente, estão inseridos no universo das chamadas Terapêuticas Espiritualistas.<br />
Tem sido exitosa, em muitos casos, a sua aplicação no tratamento das perturbações mentais e de origem patológica. Praticado, estudado, observado sob variáveis nomenclaturas, a exemplo de magnoterapia, fluidoterapia, bioenergia, imposição das mãos, tratamento magnético, transfusão de energia-psi, o passe vem notabilizando a sua qualidade terapêutica, destacando-se seus desdobramentos em Passe Espiritual (energias dos Espíritos), Passe Magnético (energias do médium) e Passe Mediúnico (energias dos Espíritos e do médium), constituindo-se, na atualidade, em excelente terapia praticada largamente nas Instituições Espíritas.<br />
Amparado por um suporte científico, graças, sobretudo, às experiências da Kirliangrafia ou efeito Kirlian, de que se têm ocupado investigadores da área da Parapsicologia, e às novas descobertas da Física no campo da energia, vem obtendo a aceitação e a prescrição de profissionais dos quadros da Medicina, sobretudo da psiquiátrica, confirmando a excelência do Espiritismo, que explica a etiologia das enfermidades mentais e oferece amplas possibilidades de cura desses distúrbios psíquicos, ampliando a ação terapêutica da Psicoterapia moderna.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Adilson Silva<br />
Técnico de Mecânica de Precisão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eletroimãs – Ital Produtos Indústriais – <a href="http://www.italpro.com.br/">www.italpro.com.br</a><br />
 </p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Breve histórico sobre Magnetismo &#8211; Parte II</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:48:35 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/imãsII.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-200" title="imãsII" src="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/imãsII-300x199.jpg" alt="" width="359" height="244" /></a></p>
<p>Grande foi a repercussão da Doutrina de Mesmer, desde a publicação, em 1779, das suas proposições: A memória 50bre a descoberta do Magnetismo Animal, passando, em seguida, a ser alvo de hostilidades e, em face das surpreendentes experiências práticas de terapia, conseguindo curas consideráveis, na época vistas como maravilhosas, transformar-se em tema de discussões e estudos.<br />
&#8220;Em breve, formaram-se dois campos: os que negavam obstinadamente todos os fatos, e os que, pelo contrário, admitiam-nos com fé cega, levada, algumas vezes até à exageração&#8221;.<br />
Enquanto a Faculdade de Medicina de Paris &#8220;proibia qualquer médico declarar-se partidário do Magnetismo Animal, sob pena de ser excluído do quadro dos doutores da época&#8221;, um movimento favorável às idéias de Mesmer levava à formação das Sociedades Magnéticas, sob a denominação de Sociedades de Harmonia, que tinham por fim o tratamento das moléstias.</p>
<p><span id="more-198"></span><br />
Em França, por toda a parte, curava-se pelo novo método. &#8220;Nunca, diria Du Potet, a medicina ordinária ofereceu ao público o exemplo de tantas garantias&#8221;, em face dos relatórios confirmando as curas, que eram impressos e distribuídos em grande quantidade para esclarecimento do povo.<br />
Como destacamos, o Magnetismo era tema principal de observação e estudos, sendo designadas Comissões para estudar a realidade das técnicas mesmerianas, atraindo a atenção de leigos e sábios. Em 1831, a Academia de Ciências de Paris, reestudando os fenômenos, reconhece os fluidos magnéticos como realidade científica. Em 1837, porém, retrata-se da decisão anterior, e nega a existência dos fluidos.<br />
Deduz-se que essa atitude dos relatores teria sido provocada pela forma adotada pelos magnetizadores para tornar popular a novel Doutrina: explorando o que se chamou A Magia do Magnetismo, utilizando pacientes sonambúlicos, teatralizando a série de fenômenos que ocorriam durante as sessões, e as encenações ruidosas, que ficaram conhecidas como a Câmara das Crises ou O Inferno das Convulsões, tendo<br />
como destaque central a Tina de Mesmer &#8211; uma grande caixa redonda feita de carvalho, cheia de água, vidro moído e limalha de ferro, em torno da qual os doentes, em silêncio, davam-se as mãos, e apoiavam as hastes de ferro, que saiam pela tampa perfurada, sobre a parte do corpo que causava a dor. Todos eram rodeados por uma corda comprida que partia do reservatório, formando a corrente magnética.<br />
Todo esse aparato, porém, não era apropriado para convencer os observadores do efeito eficaz e positivo das imposições e dos passes.<br />
Ipso facto, as Comissões se inclinaram pela condenação do Magnetismo, considerando que as virtudes do tratamento ficavam ocultas, enquanto os processos empregados estimulavam desconfiança e descrédito.<br />
Os seguidores de Mesmer, entretanto, continuaram a pesquisar e a experimentar.<br />
&#8220;O Marquês de Puységur descobre, à custa de sugestões tranquilizadoras aos magnetizados; o estado sonambúlico do hipnotismo; seguem os seus passos Du Potet e Charles Lafontaine&#8221;.<br />
No sul da Alemanha, o padre Gassner leva os seus pacientes ao estado cataléptico, usando fórmulas e rituais, admitindo a influência espiritual.<br />
Em 1841, um médico inglês, o Dr.James Braid, de Manchester, surpreendeu-se com a singularidade dos resultados produzidos pelo conhecido magnetizador Lafontaine, assistindo uma de suas sessões públicas, ao agir sobre os seus pacientes, fixando-lhes os olhos e segurando-lhes os polegares.<br />
Braid, em seus trabalhos e escritos científicos, procurou explicar o estado psíquico especial, que era comum nos fenômenos ditos magnéticos, sonambúlicos e sugestivos. Em seus<br />
derradeiros trabalhos passou a admitir a hipótese de dois fenômenos de efeitos semelhantes: um hipnótico, normal, devido a causas conhecidas e um magnético, paranormal, a exemplo da visão a distância e a previsão do futuro.<br />
Outros pesquisadores seguiram-no: Charcot, Janet, Myers, Ochorowicz, Binet e outros.</p>
<p>Adilson Silva<br />
Técnico de Mecânica de Precisão</p>
<p>Eletroimãs – Ital Produtos Indústriais – <a href="http://www.italpro.com.br/">www.italpro.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Breve histórico sobre Magnetismo &#8211; Parte I</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 13:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Identificar as origens da terapia espírita conhecida como passes é realizar longa viagem aos tempos imemoriais, aos horizontes primitivos da pré-história, porquanto essa técnica de cura está presente em toda a história do homem. &#8220;Desde essa época remota, o homem &#8230; <a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/breve-historico-sobre-magnetismo-parte-i/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/magnetismo-I.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-195" title="magnetismo I" src="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/magnetismo-I.jpg" alt="" width="322" height="278" /></a></p>
<p>Identificar as origens da terapia espírita conhecida como passes é realizar longa viagem aos tempos imemoriais, aos horizontes primitivos da pré-história, porquanto essa técnica de cura está presente em toda a história do homem. &#8220;Desde essa época remota, o homem e os animais já conviviam com o acidente e com a doença. Pesquisas destacam que os dinossauros eram afetados&#8217; por tumores na sua estrutura óssea; no homem do período paleolítico e da era neolítica há evidência de tuberculose da espinha e de crises epilépticas&#8221;.<br />
&#8220;Herculano Pires diz que o passe nasceu nas civilizações antigas, como um ritual das crenças primitivas. A agilidade das mãos sugeria a existência de poderes misteriosos, praticamente comprovados pelas ações cotidianas da fricção que acalmava a dor. As bênçãos foram as primeiras manifestações típicas dos passes. O selvagem não teorizava, mas experimentava, instintivamente, e aprendia a fazer e a desfazer as ações, com o poder das mãos&#8221;.</p>
<p><span id="more-194"></span><br />
No Antigo Testamento, em II Reis, encontramos a expectativa de Naamá: &#8220;pensava eu que ele sairia a ter comigo, por-se-ia de pé, invocaria o nome do Senhor seu Deus, moveria a mão sobre o lugar da lepra, e restauraria o leproso&#8221;.<br />
Na Caldéia e na Índia, os magos e brâmanes, respectivamente, curavam pela aplicação do olhar, estimulando a letargia e o sono. No Egito, no templo da deusa Isis, as multidões aí acorriam, procurando o alívio dos sofrimentos junto aos sacerdotes, que lhes aplicavam a imposição das mãos.<br />
Dos egípcios, os gregos aprenderam a arte de curar. O historiador Heródoto destaca, em suas obras, os santuários que existiam nessa época para a realização das fricções magnéticas.<br />
Em Roma, a saúde era recuperada através de operações magnéticas. Galeno, um dos pais da medicina moderna, devia sua experiência na supressão de certas doenças de seus pacientes à inspiração que recebia durante o sono. Hipócrates também vivenciou esses momentos transcendentais, bem como outros nomes famosos, como Avicena, Paracelso&#8230;<br />
Baixos relevos descobertos na Caldéia e no Egito, apresentam sacerdotes e crentes em atitudes que sugerem a prática da hipnose nos templos antigos, com finalidades certamente terapêuticas.<br />
&#8220;Com o passar dos tempos, curandeiros, bruxas, mágicos, faquires e, até mesmo, reis (Eduardo, O Confessor; Olavo, Santo Rei da Noruega e vários outros) utilizavam os toques reais&#8221;.<br />
Depreendemos, a partir desses breves registros, que a arte de curar através da influência magnética era prática normal desde os tempos antigos, sobretudo no tempo de Jesus, quando os seus seguidores exercitavam a técnica da cura fluídica através das mãos. Em o Novo Testamento vamos encontrar o momento histórico do próprio Mestre em ação: E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E imediatamente ele ficou limpo da lepra. &#8220;Os processos energéticos utilizados pelo Grande Mestre da Galiléia são ainda uma incógnita. O talita kume! ecoando através dos séculos, causa espanto e admiração. A uma ordem do Mestre, levanta-se a menina dada como morta, pranteada por parentes e amigos&#8221;.<br />
Todos esses fatos longínquos pertencem ao período anterior a Franz Anton Mesmer, nascido a 23.05.1733 em Weil, Áustria. Educado em colégio religioso, estudou Filosofia, Teologia, Direito e Medicina, dedicando-se também à Astrologia.<br />
&#8220;No século XVIII, Mesmer, após estudar a cura mineral magnética do astrônomo jesuíta Maximiliano Hell, professor da Universidade de Viena, bem como os trabalhos de cura magnética de J.J. Gassner, divulgou uma série de técnicas relativas à utilização do magnetismo humano, instrumentalizado pela imposição das mãos. Tais estudos levaram-no a elaborar a sua tese de doutorado &#8211; De Planetarium Inflexu, em 1766 &#8211; de cujos princípios jamais se afastou. Mais tarde, assumiram destaque as experiências do Barão de Reichenbach e do Coronel Alberto de Rochas&#8221;.<br />
Mesmer admitia a existência de uma força magnética que se manifestava através da atuação de um &#8220;fluido universalmente distribuído, que se insinuava na substância dos nervos e dava, ao corpo humano, propriedades análogas ao do imã. Esse fluido, sob controle, poderia ser usado como finalidade terapêutica&#8221;.</p>
<p>Adilson Silva<br />
Técnico de Mecânica de Precisão</p>
<p>Eletroimãs – Ital Produtos Indústriais – <a href="http://www.italpro.com.br/">www.italpro.com.br</a></p>
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		<title>Ímãs permanentes</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:28:29 +0000</pubDate>
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<p>Os ímãs permanentes são objetos que foram fabricados a partir de um material magnetizado e são assim capazes de criar seus próprios campos magnéticos persistentes. De modo geral, os ímãs podem ser divididos em duas categorias: não-permanentes e permanentes. Os tipos de ímãs não-permanentes são eletroímãs, que exigem uma corrente elétrica externa para acionar o magnetismo. Os ímãs permanentes, por outro lado, mantêm o seu magnetismo indefinidamente ou até que sejam desmagnetizados por vibrações, sujeira, corrosão ou interferência de campos magnéticos. A capacidade de um ímã para a retenção de seu magnetismo sob várias condições é chamada de &#8220;permanência magnética&#8221;, e alguns tipos de ímãs permanentes têm uma maior capacidade de permanência do que outros. Normalmente, os ímãs permanentes são fabricados com base em elementos químicos, tais como elementos de terra rara como o alnico (alumínio, níquel, cobalto), cerâmica (tais como estrôncio e ferrite de bário), e ligas de elementos raros, incluindo Sm-Co (cobalto-samário) e NdFeB (neodímio-ferro-boro). Como uma opção vantajosa entre todos os tipos de ímãs industriais, os ímãs permanentes são amplamente utilizados em muitas indústrias, especialmente para aplicações que requerem força magnética constante, como na separação do metal e exploração, bem como a fabricação automotiva, industrial, aeroespacial, construção e muito mais.</p>
<p><span id="more-186"></span>Além das aplicações acima mencionadas, uma outra aplicação útil é que o movimento mecânico pode ser criado pelos ímãs permanentes, quando uma corrente elétrica apresentada a um dos pólos dos ímãs. Entretanto, os ímãs de elementos raros, incluindo os ímãs de neodímio e os ímãs de cobalto samário, possuem uma força magnética muito forte (e maior permanência magnética) do que outros ímãs permanentes, e por isso podem ser usados em pequenas quantidades, para ajudar em operações de amplificação sonora e processamento de dados de computadores. Por exemplo, ímãs de neodímio ajudam os discos rígidos de computadores a ler e armazenar mais informações, ou eles podem causar mais vibração em alto-falantes, o que produz mais som. Já os ímãs de cerâmica e ímãs de alnico (liga de alumínio-níquel-cobalto) são dois tipos de imã permanente que são fabricados através de sinterização. Também são usados para amplificar o som, bem como para a construção de motores elétricos. Essa diversidade de aplicações de imãs permanentes são essenciais no processamento de alimentos, manuseio de materiais a granel, fabricação de metal e de manuseamento, fabricação de motores elétricos, amplificação sonora, processamento de dados e muitas outras tarefas. Os fabricantes de ímãs podem fabricar imãs permanentes personalizados em uma variedade de formas, densidades e forças magnéticas.</p>
<p>Adilson Silva<br />
Técnico em Mecânica de Precisão</p>
<p>Eletroimãs – Ital Produtos Indústriais – <a href="http://www.italpro.com.br/">www.italpro.com.br</a></p>
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		<title>Ímãs industriais</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 11:32:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/imas-5-4-3-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-182" title="imas-5-4-3-2" src="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/imas-5-4-3-2-300x300.jpg" alt="" width="362" height="331" /></a></p>
<p>Ímãs industriais são ímãs de alta resistência com certas características que os tornam ideais para aplicações no setor industrial. Em geral, um amplo espectro de indústrias está cada vez mais utilizando ímãs de alta resistência para fazer todos os tipos de trabalho. Aplicações diferentes requerem diferentes tipos de ímãs industriais. Esses ímãs industriais podem ser divididos em duas categorias principais: não-permanentes e permanentes. Os tipos de ímãs não-permanentes são eletroímãs, que exigem um corrente elétrica externa a ser magnetizada ou desmagnetizada.Os tipos de ímãs permanentes incluem ímãs cerâmicos (também conhecidos como ímãs de ferrite), ímãs de alnico e ímãs de elementos raros. Os ímãs cerâmicos têm menor poder magnético e são mais frágeis e facilmente quebráveis se comparados a outros ímãs, mas eles são rentáveis e retêm magnetismo sob corrosão e vibração. Já os ímãs de elementos raros são menos rentáveis para a fabricação, mas são muito mais potentes no sentido de manter seu magnetismo do que os ímãs de ferrite. Os modelos de ímãs de neodímio são os mais fortes e mais comumente utilizadosno setor industrial, imãs laminados são feitos de um composto plástico flexível de ferrite, que é modelados em forma de lâminas e usado nos setores automotivo e de consumo.</p>
<p><span id="more-181"></span></p>
<p>Há muitos tipos diferentes de materiais magnéticos com os quais os ímãs industriais podem ser fabricados. Os fabricantes de ímãs magnéticos consideram algumas das mais importantes características desses materiais durante a fabricação: porosidade, facilidade de fabricação; retenção magnética (ou permanência magnética), comportamento do material magnético sob calor, vibração e corrosão, força magnética e custo de produção. Tipos de ímãs permanentes são feitos de compostos diferentes e, portanto, têm propriedades muito variadas, bem como formas de aplicação. Por exemplo, os ímãs de cerâmica e alnico são mais utilizados para os trabalhos de levantamento e separação. As ferramentas magnéticas que fazem esse tipo de trabalho, muitas vezes, contêm ímãs de múltiplas configurações específicas,sendo chamados de conjuntos magnéticos. Os conjuntos magnéticos de levantamento e de separação são utilizados na fabricação de metal, construção, engenharia automotiva, tratamento de águas residuais, no setor eletrônico, nas indústrias agrícolas, entre outros. Em forma de arco, os ímãs cerâmicos são normalmente utilizados em motores, e a maioria dos alto-falantes estéreos empregam discos magnéticos de cerâmica. Os ímãs de elementos raros têm campos magnéticos mais fortes do que os ímãs cerâmicos ou alnico e são usados em motores elétricos sensíveis, discos rígidos de computador, monitores de TV, sensores e em instrumentos médicos. Eletroímãs são utilizados nas indústrias de automóveis, na em fabricação de metal, indústrias médicas e indústrias aeroespaciais para a construção válvulas solenóides, motores de corrente alternada e de corrente contínua, separação biomagnética, controle de feixe de luz, etc.</p>
<p>Adilson Silva</p>
<p>Técnico em Mecânica de Precisão</p>
<p>Eletroimãs – Ital Produtos Indústriais – <a href="http://www.italpro.com.br/">www.italpro.com.br</a></p>
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		<title>Ímãs personalizados</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:23:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Magnetismo]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/imas.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-179" title="imas" src="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/imas-300x211.jpg" alt="" width="375" height="275" /></a></p>
<p>Ímãs personalizados são ímãs que foram fabricados de forma a atender aos requisitos específicos de uma determinada aplicação. Estes tipos de ímãs customizados são utilizados em uma gama ampla de aplicações, muitas das quais estão em domínios altamente especializados. Muitas industriais, fabricantes de eletroeletrônicos e até mesmo o setor médico, muitas vezes, exigem ímãs personalizados concebidos ou conjuntos de ímãs customizados. Esses conjuntos de ímãs magnéticos personalizados podem ser constituídos de ímãs cerâmicos sinterizados em formas especializadas para todo o sistema classificador magnético de processamento em massa. Ímãs de alnico, ímãs de neodímio, ímãs de cerâmica e outros tipos de ímãs de elementos raros podem ser fabricados sob encomenda com características específicas, que incluem porosidade, força magnética, diferentes formatos, densidades e propriedades magnéticas de permanência.</p>
<p><span id="more-177"></span></p>
<p>Os conjuntos de ímãs magnéticos personalizados são fabricados especialmente para a realização de tarefas de elevação e tarefas de separação do metal. Os tipos de ímãs permanentes personalizados são utilizados em aplicações técnicas geralmente em computadores, eletrônicos, dispositivos médicos e de amplificação sonora. Os fabricantes de ímãs oferecem uma amplo portfólio de produtos, com peças em dimensões personalizadas, especialmente no caso dos ímãs cerâmicos, a fim de atender às necessidades de toda a cartela de clientes. Além das indústrias, os ímãs cerâmicos customizados são comumente usados em ambientes industriais e automotivos, e até mesmo para a confecção de itens domésticos e de artesanato. O processo de sinterização de pó ao qual o ímã é submetido durante sua fabricação, torna possível sua customização com formas e dimensões bastante diferenciadas.<br />
Enquanto os modelos de ímãs personalizados são muito benéficos para o setor industrial, também são vantajosos para os setores comercial e residencial também. Por exemplo, muitas empresas e profissionais utilizam cartões magnéticos personalizados, imãs de geladeira, peças promocionais contendo ímãs, como lembretes feitos com ímãs. Esses brindes promocionais são produzidos com ímãs e algum tipo de borracha ou polímero, sendo feitos normalmente em uma fábrica especializada. Muitas empresas que produzem brindes especializados e trabalham com impressão personalizada cortam esses ímãs em forma de folha para a confecção de uma variedade de produtos comerciais e promocionais. O processo envolve o corte e a estampagem do material em duas peças tridimensionais, com lâminas planas de polímero e ímãs. Os ímãs personalizados que essas empresas normalmente fabricam são ímãs em forma de brindes enborrachados com diferentes níveis de força magnética, que podem ser utilizados como lembretes e uma ampla variedade de materiais promocionais. Independentemente dos requisitos específicos de aplicação, os fabricantes de ímã são capazes de produzir ímãs personalizados e conjuntos magnéticos para atender praticamente a todas as aplicações.<br />
Adilson Silva<br />
Técnico em Mecânica de Precisão</p>
<p>Eletroimãs – Ital Produtos Indústriais – <a href="http://www.italpro.com.br/">www.italpro.com.br</a></p>
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		<title>Manta magnética</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:27:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Indústrias automotivas e de consumo usam ímãs folhas, que são ímãs bastante flexíveis, principalmente para sinalização, embora existam muitas outras aplicações. Vendidos em rolos ou em folhas avulsas, os ímãs folhas consistem em duas chapas finas, um lado que é &#8230; <a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/manta-magnetica/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/ima-folha.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-174" title="ima folha" src="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/ima-folha-300x218.jpg" alt="" width="360" height="267" /></a></p>
<p>Indústrias automotivas e de consumo usam ímãs folhas, que são ímãs bastante flexíveis, principalmente para sinalização, embora existam muitas outras aplicações. Vendidos em rolos ou em folhas avulsas, os ímãs folhas consistem em duas chapas finas, um lado que é magnetizado e outro que não é magnetizado. Os ímãs flexíveis são, na verdade um plástico polímero, e a vida útil de força magnética dos ímãs folhas é muito mais baixa do que em outros não-polímeros compósitos magnéticos. Como resultado, os ímãs de ferrite são um composto de plástico flexível que é extrudado em folhas magnéticas na qual um adesivo é aplicado. Estas folhas são então cortadas em formas e tamanhos personalizados e usadas para uma variedade de aplicações, incluindo ímãs de geladeira e displays, calendários magnéticos, cartões de visita magnéticos, sinais de automóveis e anúncios publicitários e muitos outros.</p>
<p><span id="more-173"></span></p>
<p>Ímãs de folhas estão disponíveis em uma ampla gama de larguras, espessuras e tamanhos; as folhas grossas magnéticas têm maior força magnética. Devido à sua flexibilidade e superfície plana, os ímãs folhas são ideais para publicidade e outras aplicações que requerem grandes áreas de superfície para segurar a força magnética fraca. Como uma composição de polímero, ímãs folhas são feitos do mesmo material dos ímãs moldado por injeção e extrusão, que são outros tipos de ímãs flexíveis. Ímãs moldados por injeção e por extrusão podem ser formados, tal como plástico, em uma escala ilimitada de formas. O custo de materiais magnéticos de polímero e extrusões de polímero magnético são elevados, no entanto, e os produtos magnéticos \têm relativamente baixa força magnética.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Adilson Silva</p>
<p>Técnico em Mecânica de Precisão</p>
<p>Eletroimãs – Ital Produtos Indústriais – <a href="http://www.italpro.com.br/">www.italpro.com.br</a></p>
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		<title>Imãs de barra</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 15:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imãs de barra têm pólos positivo e negativo em cada extremidade e são o tipo mais comum de forma de imã. A função principal do imã de barra é pegar pequenos objetos metálicos, como lascas de metal ou pregos e &#8230; <a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/imas-de-barra/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/barras_de_imas.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-161" title="barras_de_imas" src="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/barras_de_imas-300x190.jpg" alt="" width="378" height="256" /></a></p>
<p>Imãs de barra têm pólos positivo e negativo em cada extremidade e são o tipo mais comum de forma de imã. A função principal do imã de barra é pegar pequenos objetos metálicos, como lascas de metal ou pregos e parafusos, assim como hastes de agitação magnética em aplicações de laboratório, servindo também como imãs de geladeiras. Sua aplicação mais comum é a agulha usada em bússolas. O pólo norte da barra magnética se alinha com o pólo norte real, permitindo que os viajantes saibam em que direção eles estão indo. No entanto, esta não é a única aplicação dos tipos de imãs em barra, que são utilizados em uma ampla gama de indústrias e aplicações, incluindo o setor residencial, para aplicações como acessórios de geladeiras, na área de investigação, na qual eles são usados como varetas de agitação em laboratórios, e na indústria de alimentos, utilizados em restaurantes para segurar os talheres em um local organizado e seguro.</p>
<p><span id="more-160"></span></p>
<p> Cada extremidade do imã é considerada um pólo, por isso, quando cortada ao meio, uma barra de imã automaticamente se torna dois imãs separados, cada um com seu próprio campo magnético. A magnitude da magnetização média de um imã é de 100.000 A / m, mas isso varia de acordo com o tipo de material ferromagnético escolhido. Além disso, a magnitude do magnetismo está relacionada com a força e a distância entre os dois pólos do imã de barra. Ao usar qualquer tipo de imã, é importante mantê-lo longe de qualquer tipo de aparelho eletrônico, incluindo alto-falantes, televisores e rádios. Danos irreversíveis podem ocorrer para o armazenamento de dados se estes dispositivos entrarem em contato com um ímã, mesmo que o imã tenha uma força magnética fraca. Enquanto a função mais óbvia de um imã de barra é atrair materiais de ferro ou ferromagnéticos, os modelos de imãs de barra também funcionam para atrair ou repelir outras ligas magnéticas. Estas ligas magnéticas incluem níquel, cobalto, alguns metais de terras raras e suas ligas, e alguns minerais de ocorrência natural, tais como magnetita.</p>
<p> Adilson Silva</p>
<p>Técnico de mecânica de precisão</p>
<p>Eletroimãs – Ital Produtos Indústriais – <a href="http://www.italpro.com.br/">www.italpro.com.br</a></p>
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		<title>Imãs de alnico</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 09:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ímãs de alnico é um tipo de imã permanente que é fabricado a partir de uma liga magnética específica para as propriedades que este tipo de ímã contém. A liga magnética chamada de alnico é um acrônimo de níquel, alumínio &#8230; <a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/imas-de-alnico/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/imas_alinco.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-155" title="imas_alinco" src="http://italpro.com.br/eletroimas-blog/wp-content/uploads/imas_alinco-300x222.png" alt="" width="414" height="315" /></a></p>
<p>Ímãs de alnico é um tipo de imã permanente que é fabricado a partir de uma liga magnética específica para as propriedades que este tipo de ímã contém. A liga magnética chamada de alnico é um acrônimo de níquel, alumínio e cobalto, os três elementos principais contidos neste tipo de ímã permanente. Algumas características do alnico são dureza, baixa força coercitiva, excelente estabilidade de temperatura, indução residual elevada e energias bastante elevadas. Além dos elementos metálicos, outros metais como ferro, cobre, titânio, muitas vezes, são adicionados a este composto para criar um imã com uma enorme força magnética, assim como todos os outros ímãs permanentes, com excepção dos elementos mais raros, como o neodímio e samário cobalto. Mais rentável do os fortes ímãs de elementos raros e com maior força magnética e permanência do que os ímãs de cerâmica, ímãs de alnico são o componente perfeito para uma ampla gama de aplicações. Por exemplo, os ímãs de alnico são também utilizados na amplificação de som, motores elétricos, sensores e muitas ferramentas de levantamento. Além dessas aplicações, os ímãs de alnico são utilizados em indústrias, incluindo o setor de instrumentação e música .</p>
<p><span id="more-154"></span></p>
<p>Os ímãs de alnico são semelhantes aos de ímãs de cerâmica e ferrite, mas são menos frágeis, mais facilmente fabricados em formas e têm maior resistência magnética. Um imã metálico, ao contrário dos ímãs de cerâmica, não precisam serem sempre revestidos de níquel para aplicações estruturais, como os ímãs de cerâmica necessitam. Além disso, ímãs de alnico possuem força magnética em grau médio-alto, mas são relativamente instáveis magnéticamente sob condições de corrosão ou vibração, tornando-os impróprios para serem empregados na composição de motores e aplicações de colunas de som. Existem dois métodos principais pelos quais esses ímãs de alnico industriais são fabricados: fundição e sinterização de processos. O processo de fundição envolve o aquecimento do alnico até atingir um estado de derretimento; em seguida, o alnico é despejado totalmente derretido em um molde. Uma vez dentro do molde, o alnico é novamente processado por meio de tratamentos com ciclos variados de calor. Cabe lembrar que os imãs de alnico oferecem a grande vantagem de trabalhar muito bem em termos de capacidade magnética, mas sofrem em termos de propriedades mecânicas, pois são caracterizados por vazamentos e fissuras. O processo de sinterização, por outro lado, envolve a fabricação de elementos sólidos, com formas diversas, incluindo os ímãs de vergalhões, barras, canais e ferraduras, a partir de materiais em pó que são aquecidos abaixo do ponto de fusão, a fim de provocar a adesão das partículas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Adilson Silva</p>
<p>Técnico de mecânica de precisão</p>
<p>Eletroimãs – Ital Produtos Indústriais – <a href="http://www.italpro.com.br/">www.italpro.com.br</a></p>
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